Perceba os sinais que demonstram seu destino e aceite o desafio de criá-lo.

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Desde criança enfrentamos a realidade da competitividade de nossa sociedade: padrões bem claros de comportamento, estética e valores vão sendo discretamente impostos no convívio social. Assim começa a se estabelecer que o certo é ser “normal”: bom em todas as atividades, ser o melhor do trabalho, ser magro, bonito, ter cabelo “bom”, ser popular, ter muitos seguidores nas mídias sociais, querido por todos. Isso sim é ser uma pessoa de sucesso.

Embora muitas vezes não percebamos racionalmente nada disso, devagar vão se incorporando em seu inconsciente todas essas “verdades”. Pronto, está plantada a semente da frustração. Porque ninguém consegue atender a todos esses padrões, a esse modelo “ideal” de existir.  Aprendemos desde muito cedo a competir, comparar, buscar ser o que lhe parece certo. Crescemos nesse meio engessado, em que não podemos ser nós mesmos e aprendemos a camuflar sentimentos, a mascarar nossa forma de ser e sentir, para nos encaixarmos no modelo vigente, nos requisitos para o trabalho, nos padrões estéticos da conquista amorosa, tudo para ser “normal”!

No entanto, durante nossa vivência, seguimos da maneira que damos conta, atendendo à pressão. Muitos são comunicativos por natureza e mais parecidos aos padrões, tornando-se populares. Outros, introspectivos e “exóticos”, sentem que são inadequados. Muitos têm facilidade no mercado profissional e sentem-se vitoriosos. Outros já manifestam não gostar desse ou daquele estilo de vida e vão apresentando dificuldades. Muitos sentem-se bonitos, bem-sucedidos, admirados. E outros tantos totalmente desencaixados.

Assim vão se estabelecendo todos os paradigmas. Os resultados dessas experiências vão se incorporando à nossa personalidade, induzindo-nos à classificação: sucesso ou fracasso. Essa realidade de vida transforma muitas pessoas com imensos potenciais em indivíduos que se sentem incompetentes, provocando um tremendo desânimo existencial.

Sendo assim, é de importância vital nos submetermos a um processo em que descubramos quem realmente somos, conhecendo nossos potenciais, habilidades e preferências. A partir dessa clareza, poderemos descobrir o que faz sentido com nossa essência, qual atividade profissional combina conosco, qual estilo de vida é adequado aos nossos valores, como lidamos com nossa sexualidade e gênero. Naturalmente, esse processo nos conduzirá à vontade de exercer essa essência, de desenvolvê-la e desfrutá-la. Assim começa seu Novo Mundo.

Nossa singularidade, propicia a beleza da relatividade da vida e garante que todos, de alguma maneira, conquistem seus espaços e possam se sentir vitoriosos. Basta apenas, ousarmos e nos permitirmos “Ser Diferente”. Crie seu mundo, exerça sua essência!

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

Foque sua vida diariamente na criação consciente e alcance a realização plena.

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A realização plena depende de você alcançar na vida grande parte das coisas que sempre almejou, mas ela depende sobretudo de nós mesmos e das escolhas que fazemos ao longo da nossa jornada, da forma como pensamos, sentimos e agimos a cada momento. A autorrealização não é um ponto de chegada, mas um processo ou melhor, um caminho que decidimos percorrer em direção ao que aspiramos ser, fazer e ter.

A maior parte das pessoas faz suas escolhas por motivos que nada têm a ver com sua alma, com sua vocação ou com seus ideais. Normalmente são escolhas feitas por medo de mudar e se dar mal; porque a família não apoiaria diferente; por se sentirem velhas demais para mudar; por acreditarem em falsas vantagens; por conformidade e acomodação; pelos possíveis benefícios a serem supostamente conquistados; etc. O fato é que gostariam de fazer ou viver algo muito diferente do que exercem.

Apenas através do empoderamento pessoal conseguimos identificar nossa essência interior e assim, lucidamente compreendermos quais os verdadeiros talentos, que irão permitir o acesso à escolha vocacional e quais os valores humanos, que irão permitir identificar o par adequado para uma vida conjugal e em consequência, alcançar o sentimento de realização e felicidade.

Portanto, seja qual for a sua idade é sempre importante dar uma pausa na correria do dia a dia para analisar se está realizando sua vocação, se está vivendo seus ideais, se está em parceria com quem admira e se está na direção das suas metas de vida. Pois muitas pessoas fogem dessa reflexão com medo de descobrir que estão no caminho errado. Acham que fazer uma mudança radical requer muito esforço. Esquecem que é melhor se esforçar para girar o barco no rumo certo para a realização no futuro, do que ter que condenar todos os dias da vida à um futuro de frustração.

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

As pessoas que realmente querem transformar suas vidas são consistentes.

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Você é a sua própria força. Ela não vem de lado nenhum, está e sempre esteve com você. Por vezes, ilusoriamente a sua força pode parecer abandoná-lo. Provavelmente você pensa muito nos seus medos, incapacidades e isso quando vira preocupação paralisa-o, inibe-o. Talvez quando você perspectiva o seu futuro, quando projeta os seus sonhos é a ansiedade da incerteza que lhe provoca angústia. Acredita na superação, mas não vê nada disso. Quantas vezes você já disse a si mesmo que deixará de chorar, de se lamentar, de sonhar, de desejar ser feliz, mas acabou não dando ouvidos a isso? Claro, a força da vida vive em você e sempre que a anula, ela manifesta-se. Olhe-a de frente, ajude-a a germinar, ajude essa força vital a vingar. Eu sei que a voz do medo é tremendamente assustadora, mas o abraço da esperança é mais forte. Certamente você ama a vida.

Você pede conselhos aos amigos, pede força a Deus, porque apesar de tudo ainda sonha, ainda sonha em ter o sentimento de alegria no peito. Quantas vezes à noite, nos seus pensamentos, surge a mensagem: “Amanhã, quando acordar quem me dera que tudo pudesse estar resolvido, sentir-me bem.” Essa é a sua força vital a empurrá-lo para a frente. Você gosta da vida, você importa-se com ela. A cada segundo da sua vida você é a sua maior força, mas pode igualmente ser o seu pior inimigo. Certamente conhece muito bem os dois caminhos, o caminho em que é o seu maior aliado ou o seu pior inimigo. Escolha o lado da sua força. Siga o seu caminho escolhido.

Esse caminho pode ser mais complicado se você atravessa um momento menos bom na sua vida. Sendo assim, comece por aceitá-lo! Reconhecer o que não deu certo, o que precisa de ser mudado e o que é necessário fazer, são formas de autoaceitação ativa. A autoaceitação não tem a ver apenas com a aceitação dos fatos e dos acontecimentos, mas também reconhecer e assumir erros, fracassos e incapacidades sem sentir-se pior pessoa por isso. A autoaceitação é aceitar o que precisa ser mudado para melhor sem ressentimentos, mágoas ou rancor, comprometendo-se com aquilo que você sabe que é necessário ser feito e é aqui está a dificuldade de toda a melhoria, pois este é um processo que necessita da sua ação. Então mexa-se!

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

Não supervalorize a desistência, seja resiliente com seus limites, pois eles não significam fraqueza.

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Fizeram a gente acreditar que desistir é covardia. Deixaram a gente acreditar que lutar até a última gota de suor é o que faz de nós heróis. Nos contaram que aceitar nossos limites e entender que a gente nem sempre consegue, chama-se fraqueza. Que querer é poder e que lutar é obrigação. Então, acho que ensinaram a gente a sofrer!

É preciso ser muito mais forte do que se pensa para aceitar que não se pode mais, para entender que a luta acabou, que você não chegou lá e mais do que isso, para perceber que nem sempre se é capaz.

Afinal, qual o problema em não ser capaz? Até onde leva a incessante luta por algo que eu não posso, que eu não consigo? Onde acaba o limite entre o querer conseguir e o querer lutar? Qual é o ponto em que a luta se torna mais instigante que o objetivo?

Desistir de lutar não é covardia, às vezes chama-se respeito. Respeito a si próprio e a todos os limites que você possui e que não devem ser motivos de vergonha.

Não faço apologia para que todos desistam dos seus sonhos não, longe disso. Lutem, corram atrás, busquem com toda força o que vocês realmente almejam. Mas o querer é que deve ser o motivo dessa busca e não a busca ser o motivo do querer, entendem?

Às vezes o bem que se sente quando você simplesmente deixa de insistir naquilo que não consegue nunca, traz muito mais paz do que a que você sentiria se houvesse conseguido, cansado, machucado e ferido.

Chega de acreditar que isso é ser fraco! É preciso ser muito mais forte do que se pensa para desistir. Principalmente, depois de muito lutar.

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

Suas crenças e regras condicionam sua percepção da realidade e limitam sua expressão.

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Já ocorreu de você querer conseguir alguma coisa, mas você mesmo se colocou limitações para não alcançá-la?

O pensamento limitante sempre o convida a pensar no futuro e nunca no presente. Evitar fazer a viagem que você tanto deseja porque no dia de amanhã você pode precisar desse dinheiro, o dilema de comprar ou não algo pelo fato de investi-lo em outra coisa melhor. Todos esses pensamentos o limitam, o colocam em dúvida e em uma luta mental que o impede de decidir hoje, pensando sempre no amanhã.

Quando a mente não está organizada, isso também se manifesta no exterior. Nossa casa, nosso próprio dormitório, nosso trabalho, nossa vida. Tudo é um caos, uma desordem na qual não sabemos por onde começar a solucionar os problemas. Isto limita a sua vida e o estressa.

Uma pessoa que se vitimiza sempre pensará que o mundo está contra ela, que não alcançou o que lhe correspondia por culpa dos outros, que ninguém a ajudou. Isto só aumenta as limitações. A sua própria mente, a sua própria atitude a limitam!

Se frente a qualquer adversidade você já se permitir sentir derrotado, o que o espera? A autoestima diminuirá, virá o sentimento de impotência, de frustração e você se encherá de raiva. E isto não é o pior, o pior é que a pessoa ficará quieta por não poder ter o controle.

A insegurança o impede de avançar e o limita. Por que essa insegurança? Não é necessário se achar o melhor e a pessoa perfeita para alcançar o que tiver em mente, mas é muito importante tentar.

Pense nas oportunidades que você perde por se limitar dessa forma. Por exemplo, se você acha que merece uma promoção, a sua insegurança o impedirá de conversar com seu chefe. Não só pedir, e sim conversar, sugerir. É o que você merece! Mas a sua mente insegura lhe diz para se conformar com o que você tem.

Do mesmo jeito acontece em outros âmbitos, como o seu relacionamento amoroso, nas amizades, até com sua própria saúde. É preciso mudar a forma de pensar. Ninguém está contra você, o mundo não está contra você. Deixe de culpar os outros pelas suas derrotas e aprenda a enfrentá-las para se tornar mais forte. Se fazer de vítima não soluciona a vida e não a torna mais fácil! Justamente ao contrário, limita.

Você sabe de algum outro pensamento que o limite? Você se sentiu identificado com isto? Se assim for, trabalhe para encontrar uma solução! Não permita que a sua vida seja regida por pensamentos que o limitam.

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

Permitir que seu destino se desenrole, confiar no processo e exercer aceitação, elimina o sofrimento.

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Todos nossos problemas existem na mente. Nós criamos o nosso próprio mundo a cada momento. A noção de ser uma pessoa em particular vem do ego. Ele força o julgamento de ser uma pessoa indigna, impura, cheia de defeitos e limitada. Ele nos faz sentir imperfeitos, limitados ou que somos mais que alguém. Tudo isso através do julgamento alheio e da necessidade de se autoafirmar.

Somos tão egóicos que acreditamos realmente que nossa vida é completamente conduzida por nossas escolhas. Há que lembrar sempre que não controlamos tudo, não agradamos a todos, não sabemos tudo e temos limitações. Contudo, ainda assim limitados e imperfeitos, viveremos e desfrutaremos da vida. Uns mais felizes e satisfeitos com o que são e conquistam, outros mais infelizes e insatisfeitos com o que são e não possuem. Com qual deles você gostaria de estar?

A vida é generosa em possibilidades cotidianas, nós é que limitamos ou impedimos as experiências. É um jogo frenético e cansativo de controle que nos impomos a ganhar! Uma inocente e perigosa ilusão de que a vida é comandada por nossas decisões. As escolhas que fazemos, sem dúvida determinam as possibilidades que desfrutaremos, mas independente disso nosso existir seguirá limitado à nossa condição humana, com nosso corpo, mente e espírito funcionando pelo tempo que for possível.

Portanto, permita que seu destino se desenrole, confie no processo natural da vida e exerça a aceitação. Desista de olhar a vida dos outros. Olhe a sua vida. Acredite em sua própria grandeza inerente. O que consideramos Deus em sua divina grandeza, sempre estará à seu favor, basta apenas que você acredite. Tenha fé!

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio

As circunstâncias da vida sempre demonstram que poderíamos fazer mais.

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Os limites que impomos a nós mesmos na realidade não existem. São apenas crenças que fomos adquirindo desde que éramos crianças. São fronteiras que estabelecemos com os ensinamentos dos nossos pais e professores, sem atingir o precipício que elas supostamente marcam. Mas como surgem esses limites?

A genética é a origem primária dos nossos limites. Todos nascemos com uma genética que nos ajuda a fazer algumas tarefas melhor do que outras, mas isso não quer dizer que tenhamos que desistir das atividades em que somos piores.

Entretanto o ambiente no qual nos movemos, a nossa família, os nossos amigos e a nossa educação são fatores essenciais que fazem aflorar muitos dos limites que impomos a nós mesmos, sem passar nenhum tipo de filtro reflexivo por eles. Todos estes fatores também influenciam a forma como descobrimos os nossos talentos e a forma como encontramos atividades que amamos.

No que diz respeito à educação, é importante destacar que se observarmos as crianças, veremos que elas não têm nenhuma limitação em termos de tentar qualquer coisa que queiram fazer, porque elas acreditam que são capazes de fazer tudo. As crianças não têm medo de experimentar, de pensar de forma distinta.

Portanto é importante recuperar essa criatividade e aprender ou reaprender a pensar como uma criança, a criar sem medo, a não colocarmos limites a nós mesmos e a fazermos tudo o que amamos. Mas o que devemos aprender para eliminar os nossos limites?

As crianças não têm medo de errar, elas vão adquirindo esse medo aos poucos, porque a sociedade vai transmitindo que errar é algo ruim. Também é necessário voltar a aprender que o erro nos pode proporcionar uma experiência muito valiosa, que um erro pode ser um sucesso em si tanto pelo aprendizado, como pela superação.

Uma criança aprende a brincar com qualquer coisa, desde uma simples caixa de papelão até um celular sofisticado; elas não deixam de explorar e experimentar. No entanto, nós adultos perdemos essa capacidade de desfrutar e de brincar para dizermos coisas a nós mesmos que nos limitam, como “não posso” ou “não tenho dinheiro para fazer isso” ou “não sei fazer isso”.

Beijokas Iluminadas.

#RotaStudio